Michael Mafort

Automação de scripts com PHP

by Michael Mafort on ago.12, 2010, under Linux, PHP

Programadores em ambiente linux já estão acostumados a fazerem diversos scripts para automatizarem tarefas utilizando o sh ou bash.

No entanto, não menosprezando o poder de tal linguagem, para quem está mais familiarizado com o PHP uma boa alternativa para gerar estes scripts é utilizando o próprio PHP.

Para isto precisamos de ter o php-client instalado, no ubuntu basta um “apt-get install php5-cli” para tê-lo instalado. Depois de instalado basta criar o seu arquivo php normalmente, como se estivesse usando-o dentro do apache.

Agora mudando para funcionar no prompt.

Na primeira linha do programa insira o seguinte:
#!/usr/bin/php

Seu script vai ficar mais ou menos assim:

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#!/usr/bin/php
<?php
//Codigo de exemplo
class Automatizar{
  public function __construct(){
    echo "Instanciado a classe.";
  }
 
  public function acao( $parametro1, $parametro2 ){
    echo "Estou passando o $parametro1 e $parametro2 para o php.";
  }
}
 
$auto = new Automatizar;
$auto->acao( $argv[1], $argv[2] );
?>

Para executar o script basta dar permissão de execução no arquivo:

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chmod 0777 script.php

E executá-lo apenas chamando ele no console

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./script.php MeuPrimeiroParametro "Meu segundo parametro"

A saída será
Instanciado a classe.
Estou passando o MeuPrimeiroParametro e Meu segundo parametro para o php.

No código php a variável $argv recebe os valores passados como parametro no script, conforme exemplo acima, o primeiro elemento $argv[0] é o próprio nome do arquivo executado “script.php” e os demais vão seguindo a ordem que foi passada.

Para saber quantos argumentos foram passados tem a variavel global $argc que retorna a contagem dos argumentos.

Agora é correr e fazer os scripts em php para automações em shell.

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Performance – menos requets e mais cache

by Michael Mafort on jan.29, 2010, under Desenvolvimento, PHP

Oba eu também quero! Mas o que é isso?

Uma das melhores praticas para se ter uma boa performance em sua página web é reduzir o número de requisições ao servidor, pois cada requisição abre um canal de comunicação que é composto por uma mensagem de ida que aguarda a mensagem de volta, que será a resposta, numa página pode ser html, imagem, css, js etc. Por isso é importante reduzir este número de requisições, pois o que vai tornar a exibição da página mais rapido não será necessariamente o seu tamanho total em Kb mas sim a quantidade de requisições que ela tem.

Agora sim!

Para economizarmos ( economia trabalha o melhor uso de recursos escassos, no nosso caso o tempo ) e ganharmos performance, uma das técnicas é da utilização de renderização de imagens usando inline images rfc 2397, ou seja você não vai ficar fazendo 1 requisição para cada imagem, elas irão ser carregadas juntamente com o seu html, isto agiliza o processo de renderização, diminui os seus requests e possibilita um controle de cache maior, pois todas as imagens estarão no mesmo arquivo html.

Vamos a prática

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 No seu html vai ficar assim:
<img src="&lt;?php echo renderImagem( " alt="" />"&gt;

Com isso você irá reduzir consideravelmente os requests de imagens no seu servidor, diminuindo o tempo para renderização da página, no entando isto aumenta um pouco o tamanho da imagem que era compactada e passou a ser descompactada e enviada via base64, mas para isto há uma solução muito rápida e prática com o uso do mod_deflate do apache, mas isto já é assundo para um novo post.

Até logo e obrigado pelos peixes!

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Metodologia ágil de trabalho – SCRUM

by Michael Mafort on jan.18, 2010, under Desenvolvimento

Boa galera, após um tempo off retorno ao blog postando sobre um tema atual, discutido amplamente pelas grandes empresas de desenvolvimento de software, o SCRUM.

Meu depoimento neste artigo é de alguém que está vivenciando este processo, ou seja não aprofundarei no assunto, mas darei umas dicas rápidas para quem interessar (acredito que todos que lerem) possam aprofundar pelo vasto conteúdo disponibilizado na web.

Então vamos ao que interessa:

O que é SCRUM? É nada mais nada menos que uma metodologia para gerenciamento de projetos, com um detalhe que seu foco é a agilidade do processo.

Nesta metodologia, o seu principal foco é entregar o que foi proposto no prazo determinado, ou seja nunca poderá ter atrasos, os prazos não são passiveis de negociação. Caso haja algum impecílio durante o desenvolvimento, o prazo será cumprido e o que poderá ser negociado é a questão do escopo do que será entregue. Ex.: Acordou que iria entregar em 1 mês o sistema de cadastro, com edição, listagem e visualização, sendo que na visualização teria uma feature para aprimorar a visualização do conteúdo (firula), mas o prazo ia estourar, então o que é negociado é deixar esta feature para uma proxima data (se couber dentro do proximo planejamento ela deve ser executada, senão vai ficando para o final do projeto). Desta forma você não se embaralha com os prazos cumprindo a risca e no final vai ter apenas algumas revisões de alguma coisa que porventura não conseguiu fazer dentro do prazo planejado.

Outra coisa extremamente importante neste processo é o acompanhamento diário, geralmente através de reuniões rápida (15 min.) onde se discute o que foi feito no dia anterior, o que vai ser feito hoje e o que me impede de atingir minha meta. Desta forma todos os envolvidos (programador e cliente) estão sempre cientes do que está sendo feito, não saindo do controle e facilitando a correção de possíveis alterações no escopo do projeto.

Com isto você ganha controle e confiabilidade de seu cliente, tornando o seu processo mais ágil e confiável, pois reduz numerosamente a quantidade de bugs no sistema.

Referências:

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Facilidades para sua vida – Parte 9 – Vantagens do uso do SSH (locaweb, dreamhost)

by Michael Mafort on ago.23, 2009, under Acessibilidade, Facilidades para sua vida, Linux, Mysql, PHP

O uso do SSH por usuários linux é muito recorrente, pois traz muitas facilidades de acesso remoto a máquina onde se deseja executar alguma tarefa.

Hospedagens mais profissionais como na locaweb, dreamhost, goodady entre outros lhe oferecem esta ferramenta de acesso e gerenciamento do seu site.

Algumas coisas práticas que podemos fazer com o uso do ssh:

- Criar shell scripts para executar tarefas de backup, como já escrito no meu blog sobre backup do mysql, você pode criar um shell script para fazer o backup e gravar num diretório que não é acessivel pelo público.

- Vai subir um site que tem muitos arquivos (Normalmente quando você utiliza algum editor wysiwyg, tipo tyneMCE, fckEditor, entre outros) ? Que tal zipar a pasta e enviar via ftp para o site e depois via ssh você descompacta esta pasta no servidor? Muito fácil e útil. O contrário também é valido, zipar o site pra depois baixar.

- Usa o svn para controlar as versões dos seus arquivos que estão em desenvolvimento? Então você poderá simplesmente exportar a ultima versão, que será a publicada em produção diretamente no servidor.

- Sabe aquele site que vai dar manutenção, e tem 30 mil imagens, que no novo layout vão ter ela em tres tamanhos diferentes? E agora o que fazer, mandar para o design recortar uma por uma, jogar no html e forçar o tamanho, fazendo o usuário baixar mais do que precisava? Nada disso, você pode simplesmente criar um shell script para junto com o imagemagick redimencionar estas imagens, e como vai estar rodando diretamente no servidor atravez do shell, isso vai ser bem rápido.

Já que falei um pouco dos beneficios, que você descobrirá muito mais quando estiver utilizando, então vai umas dicas de como usar:

Para conectar em ambiente linux você pode abrir o console e digitar o seguinte:

ssh nome_usuario@seusite.com.br [enter]
senha: [digite sua senha, ela não irá aparecer, mas está sendo digitada] [enter]

Se você usa windows você pode utilizar o putty, disponível para download em http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/download.html
Aqui http://ajuda.locaweb.com.br/pt-br/Configurando_o_Putty você tem um tutorial de como se conectar usando o putty.

Alguns cuidados são extremamente importantes, como o uso de alguns comandos que poderão te atrapalhar um pouco, o uso de rm (REMOVE) irá excluir os arquivos que você passar como parametro, deve ser usado com cautela.
Shell Scripts devem ser testados antes de inseridos no site, para evitar algum tipo de travamento, ou loop infinito.

Alguns comandos básicos que poderá usar:

Zipar arquivos:
zip -r nomedozip.zip diretorio_a_ser_zipado
zip nomedozip.zip arquivo.ext

Descompactar zip:
unzip nomedozip.zip

ImageMagick, redimensionar imagem:
convert -resize [tamanho] arquivo.jpg arquivo_thum.jpg
ex.: convert -resize 200 arquivo.jpg arquivo_thum.jpg
Alguns exemplos podem ser vistos no site do ImageMagick [http://www.imagemagick.org/Usage/]

O uso do svn, tem outro post no meu blog a respeito.

Outras referencias:

Wiki Locaweb: http://ajuda.locaweb.com.br/pt-br/SSH (Como conectar na locaweb usando ssh)
Wiki Dreamhost:   http://wiki.dreamhost.com/Ssh (Conectando via ssh na dreamhost)

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Facilidades para sua vida – Parte 8 – Cronjobs com cakephp

by Michael Mafort on fev.26, 2009, under CakePHP, Facilidades para sua vida, Linux, PHP

Bom pessoal, de volta a ativa, vou neste post falar um pouco sobre como utilizar tarefas agendadas utilizando o crontab do linux.

Primeiro passo, copie o arquivo webroot/index.php para cron_dispatcher.php.

No cakephp versão final 1.2.1.8004, a linha a ser editada é após a 83, que está o seguinte código:

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if (!include(CORE_PATH . 'cake' . DS . 'bootstrap.php')) {
		trigger_error("CakePHP core could not be found.  Check the value of CAKE_CORE_INCLUDE_PATH in APP/webroot/index.php.  It should point to the directory containing your " . DS . "cake core directory and your " . DS . "vendors root directory.", E_USER_ERROR);
	}

Você irá substituir para:

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if (!include(CORE_PATH . 'cake' . DS . 'bootstrap.php')) {
		trigger_error("CakePHP core could not be found.  Check the value of CAKE_CORE_INCLUDE_PATH in APP/webroot/index.php.  It should point to the directory containing your " . DS . "cake core directory and your " . DS . "vendors root directory.", E_USER_ERROR);
	}
else {
    define(‘CRON_DISPATCHER’, true);
    if($argc == 2) {
        $Dispatcher = new Dispatcher();
        $Dispatcher -&gt; dispatch($argv[1]);
    }
 }

Assim seu script dará acesso ao seu controller através do dispatcher, utilizando o phpclient. Para executar o script utilizando o crontab, deve-se fazer o seguinte:

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* * * * * php -q /var/www/app/webroot/cron_dispatcher.php /products/cron/

Onde os asteriscos na ordem significam:
1 – Minuto (0-59)
2 – Hora (0-23)
3 – Dia (1-31)
4 – Mês (1-12)
5 – Semana (0-6)

Para que os valores repitam sempre utilize o mesmo asterisco, exemplo: para executar o script 1 vez por dia a 0h use:

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0 0 * * * php -q /var/www/app/webroot/cron_dispatcher.php /products/cron/

“php -q” executa o arquivo passado a seguir como parametro. neste exemplo vai chamar o arquivo /var/www/app/webroot/cron_dispatcher.php (lembre de passar o caminho absoluto ao arquivo).
O parametro /products/cron/ diz que o seu dispatcher vai chamar o action cron do controller products.

Agora já esta pronto o seu crontab, é só rodar e testar.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 7 – CakePHP json encode

by Michael Mafort on fev.02, 2009, under CakePHP, Facilidades para sua vida, PHP

Bom nesta parte vamos tratar de um problema muito comum quando vamos trabalhar com ajax, utilizando json como padrão de dados. O principal problema que enfrentamos é referente ao uso de palavras acentuadas e configurações do servidor, então para livrar deste problema criei um component que transforma as informações de uma query em json.

jsonComponent.php

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class jsonComponent extends Object {
 
	public function encode($data){
		$tmp_arr = array();
		if( is_array($data) ){
			foreach( $data as $key =&gt; $value ){
				if( is_array($value) ){
					$tmp_arr[] = "'$key':{" . $this-&gt;encode($value) . "}";
				}
				else{
					$tmp_arr[] = "'$key':'$value'";
				}
			}
		}
		else
		{
			return "'$data'";
		}
		return join(", ", $tmp_arr);
	}
 
}

Para utilizá-lo basta inserir em seu controller a variável:

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$components = array('json');
 
//para converter um array em json use:
 
function minha_funcao(){
    $produtos = array('Produto'=&gt;array( array('id'=&gt;1, 'descricao'=&gt; 'Carne moída', 'valor'=&gt;10.50), array('id'=&gt;2, 'descricao'=&gt;'Feijão preto', 'valor'=&gt;2.90)));
 
    $json = "{" . $this-&gt;json-&gt;encode($produtos) . "}";
 
    echo $json;
 
    //resultado será:
    //{'Produto':{'0':{'id':'1', 'descricao':'Carne moída', 'valor':'10.5'}, '1':{'id':'2', 'descricao':'Feijão preto', 'valor':'2.9'}}}

Ou você poderá criar diretamente um novo método ao seu app_model da seguinte forma:
app_model.php

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        public function json($type='all', $conditions=array()){
		$result = $this-&gt;find($type, $conditions);
 
		App::import("Component", "json");
		$json = new jsonComponent();
 
		return "{". $json-&gt;encode($result) ."}";
	}

Com o método no app_model, você vai chamar o seu método da seguinte forma:

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//Utilize a mesma sintaxe do find
$meu_json = $this-&gt;MeuModel-&gt;json('all', array('conditions'=&gt;array('MeuModel.preco &lt; 2'), 'fields'=&gt;array('MeuModel.id','MeuModel.descricao')));
 
echo $meu_json;//{'Produto':{'0':{'id':'1', 'descricao':'Carne moída', 'valor':'10.5'}, '1':{'id':'2', 'descricao':'Feijão preto', 'valor':'2.9'}}}
 
//Lembre-se sempre de definir o header antes da saída de dados "echo" quando estiver utilizando json.
//Exemplo:
header('Content-Type: text/javascript');
echo $meu_json;

No javascript para acessar os valores pode-se usar:

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var json = {'Produto':{'0':{'id':'1', 'descricao':'Carne moída', 'valor':'10.5'}, '1':{'id':'2', 'descricao':'Feijão preto', 'valor':'2.9'}}};
 
produto_um = json.Produto[0].id; // use um loop para percorrer dinamicamente todo o objeto, recomendo utilizar "for in".

Bom espero que possa ser mais uma facilidade para vocês também.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 6 – Acesso restrito para imagens

by Michael Mafort on jan.29, 2009, under Facilidades para sua vida, Linux, PHP

Bom, hoje no grupo de php surgiu uma dúvida de como fazer um bloqueio de acesso a imagens caso o usuário não tenha permissão (não esteja logado), então sugeri que fosse feito utilizando regras do htaccess, vejamos como ficou.

Vamos seguir o exemplo da seguinte estrutura:

htdocs
- scripts
- img
- etc…

Dentro do diretório img que temos as imagens restritas, vamos criar um arquivo .htaccess.
Lembrando que antes de usar os arquivos .htacess o seu apache deve estar configurado para leitura destes arquivos e o módulo rewrite habilitado.

Para isto basta verificar se seu httpd.conf está com estas configurações:

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LoadModule rewrite_module modules/mod_rewrite.so
AddModule mod_rewrite.c
 
<directory>
    Options Indexes FollowSymLinks
    AllowOverride All
</directory>

Se não tiver basta descomentar as linhas do LoadModule e AddModule, e adicionar dentro do seu directory root as duas linhas, Options e AllowOverride.

Agora vamos criar nosso arquivo .htaccess:

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<IfModule mod_rewrite.c>
    Options +FollowSymlinks
    RewriteEngine on
 
    #Verificamos se a imagem é .jpg ou .gif
    RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} (.jpg|.gif)$
 
    #Redirecionamos a requisição para o arquivo index.php
    #passando como parametro get o nome da imagem  $1
    RewriteRule ^(.*)$ index.php?image=$1 [NC,L]
</IfModule>

Criamos também o arquivo index.php dentro do diretório img, vamos ao exemplo:

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<?php
//Inicia a sessão
@session_start();
//Setamos a sessão para o teste com o valor 1
//Para testar se não o usuário não está logado, exclua a linha abaixo
$_SESSION['uid'] = 1;//logado
 
/*
Verifica se existe a sessão, deve ser feito de acordo com sua necessidade
Este é apenas um exemplo didático
*/
if( isset($_SESSION['uid']) ){
    //Define o header para o mime type do arquivo requisitado image/jpg ou image/gif
    header("Content-Type: ".mime_content_type($_GET['image']) );
 
    //Lê o arquivo e joga na saída
    readfile($_GET['image']);
}else{
    //Define o Contenty-type como image/gif
    header("Content-Type: image/gif" );
 
    //Lê o arquivo e joga na saída
    readfile('deny.gif');
}
 
?>

Crie um arquivo chamado deny.gif no seu diretório img para ser exibido caso o usuário não tenha permissão para visualizar as imagens.

Pronto, o acesso as suas imagens já estará bloqueado para usuários que não estejam logados.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 5 – Criando backups no mysql

by Michael Mafort on jan.28, 2009, under Facilidades para sua vida, Linux, Mysql

Para criar backups no mysql é muito simples, basta ter o mysqldump instalado em sua máquina, para isto verifique se no diretório onde estão os binários do seu mysql se ele está lá se estiver basta acessar pelo prompt/shell. No windows você pode adicionar o caminho dos arquivos binários ao path do sistema, para que seja acessivel em qualquer lugar, ou então você entra no diretório pelo prompt.

Ex.: cd c:\mysql\bin

Adicionando a váriaveis de ambiente a path do windows (no linux por padrão já deverá estar configurado):

Clique em propriedades do sistema, na aba avançado clique em variáveis de ambiente, em variáveis do sistema clique em path e em editar, adicione ao final do path o caminho para os binários do mysql, no exemplo c:\mysql\bin, lembrando de mantê-lo separado do anterior por um ponto e virgula “;”.

Agora vamos ao backup:

Dump de um banco específico:

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mysqldump -h endereco_do_host -u usuario_mysql --password senha_do_usuario --database nome_do_banco &gt; nome_do_arquivo_saida.sql

Dump de todos os bancos:

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mysqldump -h endereco_do_host -u usuario_mysql --password senha_do_usuario --all-databases &gt; nome_do_arquivo_saida.sql

Explicando:

-h: host do seu mysql. Ex.: mysql.exemplo.com.br, localhost ou o ip do seu banco
-u: usuário do seu mysql.
–password: senha do seu mysql.
–database: nome do banco de dados a ser exportado.
–all-databases: para exportar todos os bancos que o usuário tem permissão.
>: Significa que a saida irá para um arquivo a ser informado a seguir, no nosso exemplo nome_do_arquivo_saida.sql

É isso ai pessoal.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 4 – Expressões Regulares

by Michael Mafort on jan.26, 2009, under Facilidades para sua vida, PHP

Em javascript, php, java, action script 3 entre outras linguagens de programação temos suporte às expressões regulares, que auxiliam no serviço de tratamento de strings de várias formas, dentre elas:
- Validação de datas, emails, ip, url;
- Procura por termos expecificos;
- Procura por textos no inicio ou fim da string;
- Substituição de termos.

“Bem resumido, uma expressão regular é um método formal de se especificar um padrão de texto.

Mais detalhadamente, é uma composição de símbolos, caracteres com funções especiais, que, agrupados entre si e com caracteres literais, formam uma seqüência, uma expressão. Essa expressão é interpretada como uma regra, que indicará sucesso se uma entrada de dados qualquer casar com essa regra, ou seja, obedecer exatamente a todas as suas condições.” [http://guia-er.sourceforge.net/apresentando.html#1_3]

Nesta parte vamos aprender um pouco sobre o funcionamento e ver alguns exemplos de uso em javascript e php.

Caracteres e seus significados:

. (ponto) – Significa que pode ter entrada de qualquer caracter. A expressão /./ tanto em php quanto em javascript significa que pode-se dar entrada de quantos caracteres quiser em qualquer combinação.
Ex.:

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//Verifica se a string não está vazia
 
function javascriptER(){
 
    //Declara a expressão regular
 
    var ER = /./;    //Testa a string asd com a ER. Neste teste o retorno será true se passar "" vazio o retorno será false.
 
    return ER.test("asd");
 
}
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function phpER(){
 
    //Declara a expressão regular
 
    $ER = '/./';    //Testa a string asd com a ER. Neste teste o retorno será true se passar "" vazio o retorno será false.
 
    return preg_match($ER, "string");
 
}

Criando listas: Listas são agrupamentos de informações em ER para dizer alguma determinada regra.
Ex.: [0-9] nesta lista se tiver algum numero de 0-9 (o hifen serve como escala de até de 0 até 9 de A até Z…) ele retornará true, para verificar se tem apenas número use /^[0-9]{1,}$/ onde ^ diz que inicia a ER e $ diz quando termina, {1,} significa que o valor será procurado de 1 até N vezes na string, assim a string com “00099878″ retornará true e a string com “03090338.0494″ retornará false. Para validar um número com duas casas decimais, separado por ponto usaria /^[0-9]{1,}[\.][0-9]{0,2}$/ o \. significa que o caracter “.” está sendo escapado, pois ele representa qualquer caracter, sendo escapado representará apenas ele mesmo.

Agora já vimos que ^ significa que deverá ser procurado no inicio, $ no final {2,3} quantidade de vezes que a regra da lista pode ser repetida, \ é o caracter de escape.

Agora vem outro significado para o caracter ^ (circunflexo), ele também representa o valor negativo, rejeitado, oposto, not. Ex.: [^0-9] ele irá procurar todos os caracteres que não sejam de 0 a 9. Se quiser criar uma regra com o circunflexo pode-se utilizá-lo no final da instrução, assim: [0-9^] retorna verdadeiro para caracteres de 0 a 9 e ^ 00099^09 é um valor válido para esta ER.

Bom como tem gente na internet que já explicou muito melhor do que eu poderia explicar o que são ERs, vou mandar para vocês o link de um pequeno tutorial de como usar Expressões Regulares.

http://guia-er.sourceforge.net/

Outra dica é o Add-on do Firefox para testar as suas Expressões regulares:

Regular Expression Tester

Firebug (utilizando o console para executar scripts javascript em modo interativo)

Abraço,

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Facilidades para sua vida – Parte 3 – Utilizando frameworks

by Michael Mafort on jan.25, 2009, under CakePHP, Facilidades para sua vida, PHP

Framework segundo a wikipédia, é “um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.”

Resumindo os frameworks vieram para facilitar nossas vidas, agilizando (e muito) o processo de desenvolvimento e criando padrões que tornam a programação unificada e de fácil manutenção por qualquer um, desde que o padrão adotado pelo framework seja entendido e aplicado pelo desenvolvedor.

Alguns exemplos de frameworks:

Javascript (Biblioteca de funções javascript, como efeitos, animações, controle DOM, ajax…):

Jquery – Na minha opinião a mais produtiva e fácil aprendizado, compatibilidade com a maioria dos browsers em uso e vários plugins que podem ser acrescidos para facilitar ainda mais.
Prototype – Fácil uso de ajax e controle DOM.
ExtJS – Com uma biblioteca gráfica para customização muito boa.
Dojo, – Rápida e com vários addons.

PHP:

CakePHP - Agilidade no desenvolvimento, padrões de Design Pattern, MVC,  ORM  (Mapeamento Objeto Relacional), Scaffold (Desenvolvimento de Criação, Edição, Visualização e Exclusão de dados em uma linha de código), acesso a components entre outras milhares de funcionalidades que facilitam nossas vidas. Baseado no Rails do Ruby on Rails, é um framework php completo.
CodeIgniter - MVC, curva de aprendizagem baixa, fácil intendimento, processamento veloz das informações documentação completa.
ZendFramework - O mais robusto e com certeza o que será em breve o melhor framework, pois é desenvolvido pela mesma empresa que mantem hoje o php.

Bom acredito que com estes frameworks já possa ter um desempenho melhor e uma programação mais limpa daqui pra frente.

Abraço.

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