Michael Mafort

Facilidades para sua vida

Facilidades para sua vida – Parte 9 – Vantagens do uso do SSH (locaweb, dreamhost)

by Michael Mafort on ago.23, 2009, under Acessibilidade, Facilidades para sua vida, Linux, Mysql, PHP

O uso do SSH por usuários linux é muito recorrente, pois traz muitas facilidades de acesso remoto a máquina onde se deseja executar alguma tarefa.

Hospedagens mais profissionais como na locaweb, dreamhost, goodady entre outros lhe oferecem esta ferramenta de acesso e gerenciamento do seu site.

Algumas coisas práticas que podemos fazer com o uso do ssh:

- Criar shell scripts para executar tarefas de backup, como já escrito no meu blog sobre backup do mysql, você pode criar um shell script para fazer o backup e gravar num diretório que não é acessivel pelo público.

- Vai subir um site que tem muitos arquivos (Normalmente quando você utiliza algum editor wysiwyg, tipo tyneMCE, fckEditor, entre outros) ? Que tal zipar a pasta e enviar via ftp para o site e depois via ssh você descompacta esta pasta no servidor? Muito fácil e útil. O contrário também é valido, zipar o site pra depois baixar.

- Usa o svn para controlar as versões dos seus arquivos que estão em desenvolvimento? Então você poderá simplesmente exportar a ultima versão, que será a publicada em produção diretamente no servidor.

- Sabe aquele site que vai dar manutenção, e tem 30 mil imagens, que no novo layout vão ter ela em tres tamanhos diferentes? E agora o que fazer, mandar para o design recortar uma por uma, jogar no html e forçar o tamanho, fazendo o usuário baixar mais do que precisava? Nada disso, você pode simplesmente criar um shell script para junto com o imagemagick redimencionar estas imagens, e como vai estar rodando diretamente no servidor atravez do shell, isso vai ser bem rápido.

Já que falei um pouco dos beneficios, que você descobrirá muito mais quando estiver utilizando, então vai umas dicas de como usar:

Para conectar em ambiente linux você pode abrir o console e digitar o seguinte:

ssh nome_usuario@seusite.com.br [enter]
senha: [digite sua senha, ela não irá aparecer, mas está sendo digitada] [enter]

Se você usa windows você pode utilizar o putty, disponível para download em http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/download.html
Aqui http://ajuda.locaweb.com.br/pt-br/Configurando_o_Putty você tem um tutorial de como se conectar usando o putty.

Alguns cuidados são extremamente importantes, como o uso de alguns comandos que poderão te atrapalhar um pouco, o uso de rm (REMOVE) irá excluir os arquivos que você passar como parametro, deve ser usado com cautela.
Shell Scripts devem ser testados antes de inseridos no site, para evitar algum tipo de travamento, ou loop infinito.

Alguns comandos básicos que poderá usar:

Zipar arquivos:
zip -r nomedozip.zip diretorio_a_ser_zipado
zip nomedozip.zip arquivo.ext

Descompactar zip:
unzip nomedozip.zip

ImageMagick, redimensionar imagem:
convert -resize [tamanho] arquivo.jpg arquivo_thum.jpg
ex.: convert -resize 200 arquivo.jpg arquivo_thum.jpg
Alguns exemplos podem ser vistos no site do ImageMagick [http://www.imagemagick.org/Usage/]

O uso do svn, tem outro post no meu blog a respeito.

Outras referencias:

Wiki Locaweb: http://ajuda.locaweb.com.br/pt-br/SSH (Como conectar na locaweb usando ssh)
Wiki Dreamhost:   http://wiki.dreamhost.com/Ssh (Conectando via ssh na dreamhost)

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Facilidades para sua vida – Parte 8 – Cronjobs com cakephp

by Michael Mafort on fev.26, 2009, under CakePHP, Facilidades para sua vida, Linux, PHP

Bom pessoal, de volta a ativa, vou neste post falar um pouco sobre como utilizar tarefas agendadas utilizando o crontab do linux.

Primeiro passo, copie o arquivo webroot/index.php para cron_dispatcher.php.

No cakephp versão final 1.2.1.8004, a linha a ser editada é após a 83, que está o seguinte código:

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if (!include(CORE_PATH . 'cake' . DS . 'bootstrap.php')) {
		trigger_error("CakePHP core could not be found.  Check the value of CAKE_CORE_INCLUDE_PATH in APP/webroot/index.php.  It should point to the directory containing your " . DS . "cake core directory and your " . DS . "vendors root directory.", E_USER_ERROR);
	}

Você irá substituir para:

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if (!include(CORE_PATH . 'cake' . DS . 'bootstrap.php')) {
		trigger_error("CakePHP core could not be found.  Check the value of CAKE_CORE_INCLUDE_PATH in APP/webroot/index.php.  It should point to the directory containing your " . DS . "cake core directory and your " . DS . "vendors root directory.", E_USER_ERROR);
	}
else {
    define(‘CRON_DISPATCHER’, true);
    if($argc == 2) {
        $Dispatcher = new Dispatcher();
        $Dispatcher -> dispatch($argv[1]);
    }
 }

Assim seu script dará acesso ao seu controller através do dispatcher, utilizando o phpclient. Para executar o script utilizando o crontab, deve-se fazer o seguinte:

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* * * * * php -q /var/www/app/webroot/cron_dispatcher.php /products/cron/

Onde os asteriscos na ordem significam:
1 – Minuto (0-59)
2 – Hora (0-23)
3 – Dia (1-31)
4 – Mês (1-12)
5 – Semana (0-6)

Para que os valores repitam sempre utilize o mesmo asterisco, exemplo: para executar o script 1 vez por dia a 0h use:

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0 0 * * * php -q /var/www/app/webroot/cron_dispatcher.php /products/cron/

“php -q” executa o arquivo passado a seguir como parametro. neste exemplo vai chamar o arquivo /var/www/app/webroot/cron_dispatcher.php (lembre de passar o caminho absoluto ao arquivo).
O parametro /products/cron/ diz que o seu dispatcher vai chamar o action cron do controller products.

Agora já esta pronto o seu crontab, é só rodar e testar.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 7 – CakePHP json encode

by Michael Mafort on fev.02, 2009, under CakePHP, Facilidades para sua vida, PHP

Bom nesta parte vamos tratar de um problema muito comum quando vamos trabalhar com ajax, utilizando json como padrão de dados. O principal problema que enfrentamos é referente ao uso de palavras acentuadas e configurações do servidor, então para livrar deste problema criei um component que transforma as informações de uma query em json.

jsonComponent.php

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class jsonComponent extends Object {
 
	public function encode($data){
		$tmp_arr = array();
		if( is_array($data) ){
			foreach( $data as $key => $value ){
				if( is_array($value) ){
					$tmp_arr[] = "'$key':{" . $this->encode($value) . "}";
				}
				else{
					$tmp_arr[] = "'$key':'$value'";
				}
			}
		}
		else
		{
			return "'$data'";
		}
		return join(", ", $tmp_arr);
	}
 
}

Para utilizá-lo basta inserir em seu controller a variável:

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$components = array('json');
 
//para converter um array em json use:
 
function minha_funcao(){
    $produtos = array('Produto'=>array( array('id'=>1, 'descricao'=> 'Carne moída', 'valor'=>10.50), array('id'=>2, 'descricao'=>'Feijão preto', 'valor'=>2.90)));
 
    $json = "{" . $this->json->encode($produtos) . "}";
 
    echo $json;
 
    //resultado será:
    //{'Produto':{'0':{'id':'1', 'descricao':'Carne moída', 'valor':'10.5'}, '1':{'id':'2', 'descricao':'Feijão preto', 'valor':'2.9'}}}

Ou você poderá criar diretamente um novo método ao seu app_model da seguinte forma:
app_model.php

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        public function json($type='all', $conditions=array()){
		$result = $this->find($type, $conditions);
 
		App::import("Component", "json");
		$json = new jsonComponent();
 
		return "{". $json->encode($result) ."}";
	}

Com o método no app_model, você vai chamar o seu método da seguinte forma:

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//Utilize a mesma sintaxe do find
$meu_json = $this->MeuModel->json('all', array('conditions'=>array('MeuModel.preco < 2'), 'fields'=>array('MeuModel.id','MeuModel.descricao')));
 
echo $meu_json;//{'Produto':{'0':{'id':'1', 'descricao':'Carne moída', 'valor':'10.5'}, '1':{'id':'2', 'descricao':'Feijão preto', 'valor':'2.9'}}}
 
//Lembre-se sempre de definir o header antes da saída de dados "echo" quando estiver utilizando json.
//Exemplo:
header('Content-Type: text/javascript');
echo $meu_json;

No javascript para acessar os valores pode-se usar:

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var json = {'Produto':{'0':{'id':'1', 'descricao':'Carne moída', 'valor':'10.5'}, '1':{'id':'2', 'descricao':'Feijão preto', 'valor':'2.9'}}};
 
produto_um = json.Produto[0].id; // use um loop para percorrer dinamicamente todo o objeto, recomendo utilizar "for in".

Bom espero que possa ser mais uma facilidade para vocês também.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 6 – Acesso restrito para imagens

by Michael Mafort on jan.29, 2009, under Facilidades para sua vida, Linux, PHP

Bom, hoje no grupo de php surgiu uma dúvida de como fazer um bloqueio de acesso a imagens caso o usuário não tenha permissão (não esteja logado), então sugeri que fosse feito utilizando regras do htaccess, vejamos como ficou.

Vamos seguir o exemplo da seguinte estrutura:

htdocs
- scripts
- img
- etc…

Dentro do diretório img que temos as imagens restritas, vamos criar um arquivo .htaccess.
Lembrando que antes de usar os arquivos .htacess o seu apache deve estar configurado para leitura destes arquivos e o módulo rewrite habilitado.

Para isto basta verificar se seu httpd.conf está com estas configurações:

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LoadModule rewrite_module modules/mod_rewrite.so
AddModule mod_rewrite.c
 
<directory>
    Options Indexes FollowSymLinks
    AllowOverride All
</directory>

Se não tiver basta descomentar as linhas do LoadModule e AddModule, e adicionar dentro do seu directory root as duas linhas, Options e AllowOverride.

Agora vamos criar nosso arquivo .htaccess:

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<IfModule mod_rewrite.c>
    Options +FollowSymlinks
    RewriteEngine on
 
    #Verificamos se a imagem é .jpg ou .gif
    RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} (.jpg|.gif)$
 
    #Redirecionamos a requisição para o arquivo index.php
    #passando como parametro get o nome da imagem  $1
    RewriteRule ^(.*)$ index.php?image=$1 [NC,L]
</IfModule>

Criamos também o arquivo index.php dentro do diretório img, vamos ao exemplo:

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<?php
//Inicia a sessão
@session_start();
//Setamos a sessão para o teste com o valor 1
//Para testar se não o usuário não está logado, exclua a linha abaixo
$_SESSION['uid'] = 1;//logado
 
/*
Verifica se existe a sessão, deve ser feito de acordo com sua necessidade
Este é apenas um exemplo didático
*/
if( isset($_SESSION['uid']) ){
    //Define o header para o mime type do arquivo requisitado image/jpg ou image/gif
    header("Content-Type: ".mime_content_type($_GET['image']) );
 
    //Lê o arquivo e joga na saída
    readfile($_GET['image']);
}else{
    //Define o Contenty-type como image/gif
    header("Content-Type: image/gif" );
 
    //Lê o arquivo e joga na saída
    readfile('deny.gif');
}
 
?>

Crie um arquivo chamado deny.gif no seu diretório img para ser exibido caso o usuário não tenha permissão para visualizar as imagens.

Pronto, o acesso as suas imagens já estará bloqueado para usuários que não estejam logados.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 5 – Criando backups no mysql

by Michael Mafort on jan.28, 2009, under Facilidades para sua vida, Linux, Mysql

Para criar backups no mysql é muito simples, basta ter o mysqldump instalado em sua máquina, para isto verifique se no diretório onde estão os binários do seu mysql se ele está lá se estiver basta acessar pelo prompt/shell. No windows você pode adicionar o caminho dos arquivos binários ao path do sistema, para que seja acessivel em qualquer lugar, ou então você entra no diretório pelo prompt.

Ex.: cd c:\mysql\bin

Adicionando a váriaveis de ambiente a path do windows (no linux por padrão já deverá estar configurado):

Clique em propriedades do sistema, na aba avançado clique em variáveis de ambiente, em variáveis do sistema clique em path e em editar, adicione ao final do path o caminho para os binários do mysql, no exemplo c:\mysql\bin, lembrando de mantê-lo separado do anterior por um ponto e virgula “;”.

Agora vamos ao backup:

Dump de um banco específico:

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mysqldump -h endereco_do_host -u usuario_mysql --password senha_do_usuario --database nome_do_banco &gt; nome_do_arquivo_saida.sql

Dump de todos os bancos:

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mysqldump -h endereco_do_host -u usuario_mysql --password senha_do_usuario --all-databases &gt; nome_do_arquivo_saida.sql

Explicando:

-h: host do seu mysql. Ex.: mysql.exemplo.com.br, localhost ou o ip do seu banco
-u: usuário do seu mysql.
–password: senha do seu mysql.
–database: nome do banco de dados a ser exportado.
–all-databases: para exportar todos os bancos que o usuário tem permissão.
>: Significa que a saida irá para um arquivo a ser informado a seguir, no nosso exemplo nome_do_arquivo_saida.sql

É isso ai pessoal.

Abraço!

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Facilidades para sua vida – Parte 4 – Expressões Regulares

by Michael Mafort on jan.26, 2009, under Facilidades para sua vida, PHP

Em javascript, php, java, action script 3 entre outras linguagens de programação temos suporte às expressões regulares, que auxiliam no serviço de tratamento de strings de várias formas, dentre elas:
- Validação de datas, emails, ip, url;
- Procura por termos expecificos;
- Procura por textos no inicio ou fim da string;
- Substituição de termos.

“Bem resumido, uma expressão regular é um método formal de se especificar um padrão de texto.

Mais detalhadamente, é uma composição de símbolos, caracteres com funções especiais, que, agrupados entre si e com caracteres literais, formam uma seqüência, uma expressão. Essa expressão é interpretada como uma regra, que indicará sucesso se uma entrada de dados qualquer casar com essa regra, ou seja, obedecer exatamente a todas as suas condições.” [http://guia-er.sourceforge.net/apresentando.html#1_3]

Nesta parte vamos aprender um pouco sobre o funcionamento e ver alguns exemplos de uso em javascript e php.

Caracteres e seus significados:

. (ponto) – Significa que pode ter entrada de qualquer caracter. A expressão /./ tanto em php quanto em javascript significa que pode-se dar entrada de quantos caracteres quiser em qualquer combinação.
Ex.:

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//Verifica se a string não está vazia
 
function javascriptER(){
 
    //Declara a expressão regular
 
    var ER = /./;    //Testa a string asd com a ER. Neste teste o retorno será true se passar "" vazio o retorno será false.
 
    return ER.test("asd");
 
}
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function phpER(){
 
    //Declara a expressão regular
 
    $ER = '/./';    //Testa a string asd com a ER. Neste teste o retorno será true se passar "" vazio o retorno será false.
 
    return preg_match($ER, "string");
 
}

Criando listas: Listas são agrupamentos de informações em ER para dizer alguma determinada regra.
Ex.: [0-9] nesta lista se tiver algum numero de 0-9 (o hifen serve como escala de até de 0 até 9 de A até Z…) ele retornará true, para verificar se tem apenas número use /^[0-9]{1,}$/ onde ^ diz que inicia a ER e $ diz quando termina, {1,} significa que o valor será procurado de 1 até N vezes na string, assim a string com “00099878″ retornará true e a string com “03090338.0494″ retornará false. Para validar um número com duas casas decimais, separado por ponto usaria /^[0-9]{1,}[\.][0-9]{0,2}$/ o \. significa que o caracter “.” está sendo escapado, pois ele representa qualquer caracter, sendo escapado representará apenas ele mesmo.

Agora já vimos que ^ significa que deverá ser procurado no inicio, $ no final {2,3} quantidade de vezes que a regra da lista pode ser repetida, \ é o caracter de escape.

Agora vem outro significado para o caracter ^ (circunflexo), ele também representa o valor negativo, rejeitado, oposto, not. Ex.: [^0-9] ele irá procurar todos os caracteres que não sejam de 0 a 9. Se quiser criar uma regra com o circunflexo pode-se utilizá-lo no final da instrução, assim: [0-9^] retorna verdadeiro para caracteres de 0 a 9 e ^ 00099^09 é um valor válido para esta ER.

Bom como tem gente na internet que já explicou muito melhor do que eu poderia explicar o que são ERs, vou mandar para vocês o link de um pequeno tutorial de como usar Expressões Regulares.

http://guia-er.sourceforge.net/

Outra dica é o Add-on do Firefox para testar as suas Expressões regulares:

Regular Expression Tester

Firebug (utilizando o console para executar scripts javascript em modo interativo)

Abraço,

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Facilidades para sua vida – Parte 3 – Utilizando frameworks

by Michael Mafort on jan.25, 2009, under CakePHP, Facilidades para sua vida, PHP

Framework segundo a wikipédia, é “um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.”

Resumindo os frameworks vieram para facilitar nossas vidas, agilizando (e muito) o processo de desenvolvimento e criando padrões que tornam a programação unificada e de fácil manutenção por qualquer um, desde que o padrão adotado pelo framework seja entendido e aplicado pelo desenvolvedor.

Alguns exemplos de frameworks:

Javascript (Biblioteca de funções javascript, como efeitos, animações, controle DOM, ajax…):

Jquery – Na minha opinião a mais produtiva e fácil aprendizado, compatibilidade com a maioria dos browsers em uso e vários plugins que podem ser acrescidos para facilitar ainda mais.
Prototype – Fácil uso de ajax e controle DOM.
ExtJS – Com uma biblioteca gráfica para customização muito boa.
Dojo, – Rápida e com vários addons.

PHP:

CakePHP - Agilidade no desenvolvimento, padrões de Design Pattern, MVC,  ORM  (Mapeamento Objeto Relacional), Scaffold (Desenvolvimento de Criação, Edição, Visualização e Exclusão de dados em uma linha de código), acesso a components entre outras milhares de funcionalidades que facilitam nossas vidas. Baseado no Rails do Ruby on Rails, é um framework php completo.
CodeIgniter - MVC, curva de aprendizagem baixa, fácil intendimento, processamento veloz das informações documentação completa.
ZendFramework - O mais robusto e com certeza o que será em breve o melhor framework, pois é desenvolvido pela mesma empresa que mantem hoje o php.

Bom acredito que com estes frameworks já possa ter um desempenho melhor e uma programação mais limpa daqui pra frente.

Abraço.

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Facilidades para sua vida – Parte 2 – Um pouco de MySql

by Michael Mafort on jan.23, 2009, under Facilidades para sua vida, Mysql

Nesta nossa série, chegou a vez de conhecermos um pouco mais de algumas instruções sql que podem facilitar e muito o nosso trabalho.

Vamos lá:

Selecionando informações no banco de dados:

SELECT * FROM minha_tabela #(òóh my God! isso não)
SELECT campo1, campo2, campo3 FROM minha_tabela #(assim ta bunito)

Utilizando * você estará selecionando todos os campos de sua tabela, e na maioria das vezes você não irá utilizar todos os campos, então a melhor coisa a se fazer é buscar apenas o que vai usar, economia de processamento e melhora de desempenho.

Inserindo dados:

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INSERT INTO minha_tabela (campo1, campo2, campo3, campo4) VALUES ( 'valor 1', 'valor2', 'valor3', 'valor4')
#ou a partir do mysql 4.1 pode se usar o SET ficando assim:
INSERT INTO minha_tabela SET campo1 = 'valor 1', campo2 = 'valor2', campo3 = 'valor3', campo4 = 'valor4'
#ou inserir dados numa tabela a partir de outra (no mesmo banco)
INSERT INTO tabela1(campo1, campo2) (SELECT descricao AS campo1, valor AS campo2 FROM tabela2);
#neste caso os campos 1 e 2 da tabela 1 serão preenchidos pelos valores de descricao e valor da tabela 2, notem que é importante colocar um AS para criar um alias para os campos terem os mesmos nomes.

Atualizando dados:

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#neste exemplo iremos atualizar os campos campo1 e campo2 da tabela1 o WHERE é para criar uma condição aos registros que serão atualizados, sem ele todos os registros da tabela serão atualizados, portanto o WHERE  é muito importante, a não ser claro que deseja afetar todos os registros com sua atualização.
UPDATE tabela1 SET campo1 = 'novo_valor', campo2 = 'novo_valor campo 2' WHERE campo_id = 1;
 
#vamos atualizar os dados da tabela substituindo informações dos proprios campos usanto a função replace(), neste exemplo ele irá buscar pela palavra "valor antigo" e substituir todas as ocorrencias por "valor novo" no campo1 da tabela1.
UPDATE tabela1 SET campo1 = replace( campo1, 'valor antigo', 'valor novo');
 
#atualizando dados mesclando duas tabelas, vale a pena lembrar que o where neste caso também na maioria dos casos ser usado.
UPDATE tabela1, tabela2 SET tabela1.campo1 = tabela2.campo3 WHERE tabela2.campo1 = tabela1.campo2;

Excluindo dados:

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#esta é uma decisão muito cuidadosa, então vale sempre lembrar de usar o where e o limit na maioria dos casos, para não deixar que se cometa nenhum erro.
DELETE FROM tabela WHERE campo_id = 1 LIMIT 1;
#usar o "DELETE FROM tabela" sem where e limit provocará a exclusão de todos os registros da tabela, e se é isso que você deseja é mais prático usar o truncate que além de excluir os registros exclui os dados referentes ao auto increment, usa-se:
TRUNCATE TABLE tabela;

Excluindo tabelas:

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#acho que nem precisa de muitas explicações:
DROP TABLE tabela1;

Importando dados para o mysql:

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#se vc tem um arquivo de dump do mysql, para importá-lo basta usar o comando source. Se já tem um database criado e no dump não tem o create database use "USE meu_banco;" e depois o source.
SOURCE meu_arquivo.sql;

Shows, vamos exibir algumas informações importantes e úteis.

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#exibindo todas as tabelas que se tem no database selecionado
SHOW TABLES
 
#exibindo todos os databases que se tem permissão com o usuário logado
SHOW DATABASES
 
#exibe o código de criação da tabela
SHOW CREATE TABLE tabela_nome;
 
#exibe o código de criação do banco de dados
SHOW CREATE DATABASE database_nome;
 
#exibe informações referente as tabelas do banco de dados, como collation, auto increment, registros, engine etc
SHOW TABLE STATUS FROM database_nome;
 
#exibe os campos, tipo dos campos, se é null, se é chave primaria, valor default de uma tabela. Muito útil para criar formulários com validação baseado na configuração do banco de dados, sabendo os dados que serão aceitos pela SGBD.
DESCRIBE tabela_nome;

Bom no próximo episódio tem mais…

Abraço,

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Série facilidades para sua vida – Parte 1: Criando views

by Michael Mafort on jan.21, 2009, under Facilidades para sua vida, Linux, Mysql, PHP

Este é o primeiro post de uma série que poderá lhe ajudar na hora de fazer algo de uma forma mais prática, rápida e elegante. Neste primeiro post vamos tratar das queries gigantes que as vezes encontramos em alguns códigos por ai.Vejamos um exemplo:
Temos as tabelas: usuarios, produtos, vendas, venda_produtos e venda_status.

Onde os campos das tabelas sejam:

usuarios -> id, nome, telefone, endereco
produtos -> id, descricao, valor
vendas -> id, usuario_id, data, venda_status_id
venda_produtos -> id, venda_id, produto_id
venda_status -> id, descricao

Criando as tabelas:

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CREATE DATABASE teste_view;
 
USE teste_view;
 
CREATE TABLE usuarios(
 
    id int(11) not null auto_increment primary key,
 
    nome varchar(60) not null,
 
    telefone varchar(15),
 
    endereco varchar(200)
 
);
 
CREATE TABLE produtos(
 
    id int(11) not null auto_increment primary key,
 
    descricao varchar(120) not null,
 
    valor decimal(4,2)
 
);
 
CREATE TABLE vendas(
 
    id int(11) not null auto_increment primary key,
 
    usuario_id int(11) not null,
 
    data datetime,
 
    venda_status_id int(11),
 
    index usuario_id(usuario_id),
 
    index venda_status_id( venda_status_id )
 
);
 
CREATE TABLE venda_produtos(
 
    id int(11) not null auto_increment primary key,
 
    venda_id int(11) not null,
 
    produto_id int(11) not null,
 
    index venda_id( venda_id ),
 
    index produto_id( produto_id )
 
);
 
CREATE TABLE venda_status(
 
    id int(11) not null auto_increment primary key,
 
    descricao varchar(60) not null,
 
    index descricao( descricao )
 
);

Insira dados nas tabelas:

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#Adicionando usuarios
 
INSERT INTO usuarios (nome, telefone, endereco) VALUES ( 'José pereira', '31 3333-3333', 'rua dos subidos, 123' );
 
INSERT INTO usuarios (nome, telefone, endereco) VALUES ( 'Maria pereira da silva', '31 4444-4444', 'rua das marias, 12' );
 
INSERT INTO usuarios (nome, telefone, endereco) VALUES ( 'Willy Nelson', '31 5555-5555', 'rua dos cantores, 120' );#Adicionando produtos
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('CAMERA DIGITAL',199.50);
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('FILMADORA',999.50);
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('GELADEIRA',899.50);
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('FOGÃO',399.50);
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('CHURRASQUEIRA',99.50);
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('NOTEBOOK',1999.50);
 
INSERT INTO produtos ( descricao, valor ) VALUES ('MONITOR LCD 15',399.50);
 
#Adicionando status de vendas
 
INSERT INTO venda_status (descricao) VALUES ('Em processamento');
 
INSERT INTO venda_status (descricao) VALUES ('Aguardando pagamento');
 
INSERT INTO venda_status (descricao) VALUES ('Aprovada');
 
INSERT INTO venda_status (descricao) VALUES ('Cancelada');
 
#Adicionando vendas
 
INSERT INTO vendas (usuario_id, data, venda_status_id) VALUES (1, '2009-01-20 10:20:00', 1);
 
INSERT INTO vendas (usuario_id, data, venda_status_id) VALUES (2, '2009-01-22 10:22:00', 2);
 
INSERT INTO vendas (usuario_id, data, venda_status_id) VALUES (1, '2009-01-22 10:44:00', 4);
 
#Adicionando produtos as vendas
 
#Nessa compra joão comprou uma camera digital e uma filmadora
 
INSERT INTO venda_produtos (venda_id, produto_id) VALUES (1,1);
 
INSERT INTO venda_produtos (venda_id, produto_id) VALUES (1,2);
 
#Nessa foram comprados por maria um fogão e uma geladeira
 
INSERT INTO venda_produtos (venda_id, produto_id) VALUES (2,4);
 
INSERT INTO venda_produtos (venda_id, produto_id) VALUES (2,3);
 
#Nessa o joão comprou um notebook
 
INSERT INTO venda_produtos (venda_id, produto_id) VALUES (3,6);

Agora suponhamos que vc queira agrupar estas informações num único select, então teremos:

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SELECT produtos.descricao AS produto_descricao, produtos.valor AS produto_valor,
 
usuarios.nome AS usuario_nome, usuarios.telefone AS usuario_telefone, usuarios.endereco AS usuario_endereco,
 
venda_status.descricao AS venda_status,
 
vendas.id AS venda_id,
 
vendas.data AS venda_data
 
FROM vendas
 
INNER JOIN venda_produtos ON ( vendas.id = venda_produtos.venda_id )
 
INNER JOIN produtos ON ( produtos.id = venda_produtos.produto_id )
 
INNER JOIN usuarios ON ( usuarios.id = vendas.usuario_id )
 
INNER JOIN venda_status ON ( venda_status.id = vendas.venda_status_id )

Agora suponhamos que vc use este select em 3 lugares diferentes, então vc vai ter que passar esta query em 3 locais distintos, podendo gerar uma confusão na hora da manutenção, então para isto existem as views. Elas simulam uma tabela, agem como uma tabela, mas só estão disponíveis para exibir os dados, não podendo sofrer exclusão ou alteração de registros, muito útil ela nestes casos que acabamos ficando com uma query gigante para simplificar nossas vidas.

então para criar a view basta vc adicionar antes da query CREATE VIEW nome_da_view AS ( aqui entra a query ).

Ex.:

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CREATE VIEW view_vendas AS ( SELECT produtos.descricao AS produto_descricao, produtos.valor AS produto_valor,
 
usuarios.nome AS usuario_nome, usuarios.telefone AS usuario_telefone, usuarios.endereco AS usuario_endereco,
 
venda_status.descricao AS venda_status,
 
vendas.id AS venda_id,
 
vendas.data AS venda_data
 
FROM vendas
 
INNER JOIN venda_produtos ON ( vendas.id = venda_produtos.venda_id )
 
INNER JOIN produtos ON ( produtos.id = venda_produtos.produto_id )
 
INNER JOIN usuarios ON ( usuarios.id = vendas.usuario_id )
 
INNER JOIN venda_status ON ( venda_status.id = vendas.venda_status_id ) );

Bom agora vc já tem a sua view, para buscar os dados a partir dela faça um select normal. Ex.:

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SELECT sum(produto_valor) FROM view_vendas;
 
#ou com um where agora
 
SELECT sum(produto_valor) FROM view_vendas WHERE venda_id = 1;#para visualizar todas as suas views basta dar um SHOW TABLES, que ela estará la como uma tabela.
 
#para certificar que é uma view e não uma tabela mesmo vc pode confirmar usando SHOW CREATE TABLE nome_da_view;

Bom por hoje é só.

Espero que isto possa facilitar um pouco a sua vida.

Abraços,

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